sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Arsenal 1 x 2 Brighton




Precisamos URGENTEMENTE de um técnico.

Mas não pode ser um técnico qualquer.

Vários nomes andaram sendo especulados.

Sinceramente, não sei qual seria o nome mais apropriado, no entanto, creio que deveria ter algumas características importantes.

Pelo que andamos vendo nas últimas partidas, o time está completamente perdido em campo.

Não existe uma coesão, uma hegemonia, um entendimento entre os jogadores.

Tem times de rua – daqueles que jogam suas peladas de fim de semana – que se encaixam melhor.

Chega a dar a impressão que os jogadores estão se encontrando pela primeira vez.

Então, o técnico que vier precisa, antes de tudo, ter uma conversa muito séria com o elenco.

Precisa despertar em cada jogador – que não são os piores que existem – o que sabem fazer de melhor.

Precisa montar uma equipe base, que dê uma unicidade, que dê uma “cara” ao time e, principalmente, que “dê o sangue” para atingir os resultados necessários.

Precisa ser um treinador de pulso firme; que os faça treinar, incansavelmente, até o “catadão de jogadores” vire um time de verdade.

Precisa, também, montar a equipe mantendo em mente as características e habilidades pessoais de cada indivíduo.
É muito importante, nesse momento de crise tão exacerbada, também, “atacar o psicológico” dos jogadores.

Faz-se necessário lembra-los no que eles são bons e capitalizar o que cada um tem de melhor.

Por outro lado, se faz muito mais necessário mostrar onde cada um anda falhando e trabalhar para que isso seja cada vez mais minimizado e, se possível, sumir por completo.

Resumindo: precisa ser uma figura de autoridade, que saiba impor seu modo de trabalhar e, que, também, saiba despertar o melhor nos seus comandados.

Não é um trabalho fácil. Vai dar trabalho. Vai levar tempo. Contudo, acredito que seja possível.

Na ficção funcionou. Sim, me inspirei no filme “Ao Mestre com Carinho”, com Sidney Poitier.

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