domingo, 10 de setembro de 2017

Arsenal 3 x 0 Bournemouth – O show de Welbeck



Ok, você não é fã do Welbeck.

Eu também não.

Você achou o fim da picada ele ser titular novamente.

Eu também achei.

Entretanto, não é que ele mostrou serviço?

Ele abriu (a0s 06 minutos) e fechou (aos 50 minutos) o placar.

E ainda deu assistência para o gol de Lacazette (aos 37 minutos).

Não gostamos dele, no entanto, não podemos negar que ele foi o “homem do jogo”.

Está certo que o primeiro gol foi bem no “estilo Welbeck de ser”.

Ele tenta cabecear e a bola bate no ombro, indo parar no fundo do gol.

Nesse momento, é o que importa.

Afinal, a vitória, mais do que importante, é absolutamente necessária, após perder dois dos três primeiros jogos da temporada.

Seu segundo gol – o terceiro no placar – já foi “menos atrapalhado”.

Ele recebe a bola de Ramsey e bate cruzado.

Se você não assistiu ao jogo, deve estar pensando: “O que aconteceu com Welbeck para melhorar desse jeito?”.

Mas quem estava firme em frente à televisão, viu que ele continua exatamente o mesmo.

E isso ficou bem evidente no lance na linha lateral em que ele, sozinho, se atrapalha com a bola.

O curioso é que tem gente achando e afirmando que ele é bom jogador.

Deve tê-lo conhecido ontem. Não há outra explicação possível.



O golaço de Lacazette nasceu de um lançamento longo de Özil.

O francês recebe, tabela com Welbeck e manda para o fundo do gol.

E a dupla ainda protagoniza outro lance com o goleiro e que acaba com a bola do jogo furada.

Agora vamos tratar das linhas gerais.

Já vi pessoas afirmando que o time teve uma péssima exibição.

Sinceramente, não sei o que as pessoas esperam.

O time estava quase perfeitamente escalado, jogando entrosado, não sofreu pressão do adversário que pouco conseguiu finalizar, Cech foi pouco exigido.

Saímos de campo com os 03 pontos e “clean sheet”.

Você pode até argumentar que o Bournemouth não serve de parâmetro. Concordo.

Mas, você que acompanha a Premier League, sabe muito bem que os times de menor expressão costumam dar trabalho para os “gigantes”.

Não é como a Bundesliga, La Liga ou Ligue 1.

Todo jogo pode ter resultados imprevisíveis.

Um bom exemplo disso é o Stoke City: derrotou-nos e ontem, empatou com o Manchester United.

Outro ótimo exemplo é o Watford, que, no momento, ocupa a 4ª posição na tabela.

Creio que o jogo de ontem serviu para Wenger perceber que não pode ficar inventando.

Que não pode ficar brincando de improvisar jogador em posição trocada.
Que não pode deixar as novas contratações no banco.

Espero que ele tenha aprendido isso.

Momento zoação (off): O Efeito Ox.

Eu e muitos de vocês sabíamos que a venda do Ox seria um grande reforço.

Só não imaginava que o Liverpool sentisse os efeitos tão rapidamente.

No último jogo do Ox com a camisa do Arsenal, tomamos uma goleada.

Então, ele trocou o time que perdeu pelo time que ganhou.

E, na sua estreia, sofreram uma goleada ainda maior (5x0), imposta pelos Citizens.


Isso é o que se pode chamar de “enfraquecer o rival”.

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