sábado, 29 de fevereiro de 2020

Frustração.

No jogo de quinta-feira, passamos, novamente, por aquela montanha-russa de emoções, que já se tornou habitual.

Entramos em campo com a classificação nas mãos.

Perdemos a classificação nos pés.

Não vou apontar responsáveis. Numa situação como essa, acho que cada “ator”, tem o seu pedacinho de responsabilidade.

Talvez Arteta devesse escalar melhor o time.

Talvez Leno devesse ter salvado os gols.

Talvez os defensores devessem ter dado menos chance ao adversário.

Talvez os volantes devessem ter dificultado o avanço da equipe francesa.

Talvez os homens de criação devessem estar mais “inspirados”.

Talvez os atacantes não devessem ter perdido tantos gols.

Talvez se o esquema tático fosse diferente.

Talvez. Muitos talvez. Uma única certeza: fomos eliminados.

E de forma muito triste e dolorosa.

Ser eliminado de uma competição já é ruim.

Ser eliminado em casa é péssimo.

Ser eliminado na prorrogação, depois de fazer um lindo gol, aos 113 minutos, é chocante.

Ser eliminado depois de ter entrado em campo virtualmente classificado é revoltante.

Deixo a critério de vocês a emoção que melhor define o momento.

Ou talvez (mais um talvez), uma mistura delas...
































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