domingo, 10 de janeiro de 2016

Arsenal 3 x 1 Sunderland

Os homens dos gols. De novo!
Começamos bem.

Garantimos a passagem para a próxima rodada da FA Cup, sem a necessidade do replay.

É bem verdade que não foi assim tão fácil quanto parece. Não teve passeio.

Usamos um time misto, dessa vez não só em razão das lesões, mas por opção de dar o merecido descanso a alguns jogadores que vêm sendo essenciais na ascensão do time na Premier League.

E, por um bom tempo, sofremos um bocado.

Chegamos a ficar em desvantagem, quando Lens abriu o marcador aos 17 minutos, numa falha da nossa defesa. Gibbs, numa recuperada de bola, faz o passe para Koscielny que, na “fogueira”, acaba perdendo a posse, permitindo o chute cruzado do holandês.

Mas sofrer já se tornou um hábito para nós, torcedores do Maior de Londres. Todos os jogos são com muitas emoções.

Ainda bem que, aos 26 minutos, as emoções mudaram. Em lance pela esquerda, Walcott cruza para trás e Campbell entra batendo e empatando a partida.

E daí em diante, as emoções foram evoluindo para melhor. Os donos da casa resolveram mostrar que são melhores que os adversários e passaram a pressionar mais.

Mas, mesmo criando mais oportunidades, o primeiro tempo acabou assim, empatado em 1x1.

Na segunda etapa, no entanto, a situação mudaria.

Embora a postura dos Gunners fosse de muita pressão sobre os Black Cats, o gol que nos livraria do replay não vinha.

Até que Arsène Wenger resolveu começar a fazer as substituições. Saem os meninos Iwobi e Chambers para a entrada de Ramsey e Arteta, respectivamente.

E a diferença era quase palpável. Impressionante o acréscimo de qualidade no time com a entrada de Ramsey.

Logo no seu primeiro lance, Giroud – que, até então, não tivera muitas oportunidades -, teve chance de marcar o seu.

Mas ainda não era o seu momento. Era o momento de Ramsey brilhar. E brilhou.

Aos 72 minutos, Bellerín faz uma jogada rápida, tabelando com Campbell, que devolveu para o espanhol fazer o cruzamento para Ramsey ampliar o marcador.

Mesmo com a vantagem, de virada, o time londrino continua indo ao ataque e quatro minutos depois, foi a vez do galã francês aparecer e deixar sua marca.

Num raro bom momento pessoal, Ox faz um lançamento para Bellerín, que manda para dentro da área e o Muso só tem o trabalho de empurrar para o gol, dando números finais à partida.

Os destaques

Pelo lado negativo, tivemos mais uma fraca atuação de Ox. Nem vou me estender muito para não dizer que sou “corneta”.

Quanto aos meninos que vieram da base, Iwobi e Adelaide, não tem muito a ser dito.

O primeiro – que teve a oportunidade de começar como titular – não mostrou uma atuação digna de elogios, mas nem por isso, merece ser alvo de críticas.

Com apenas 19 anos, certamente, sentiu o peso de ser titular, num jogo de mata-mata, numa competição em que se defende o título e se busca o tricampeonato. Mas tem potencial para evoluir.

O segundo não ficou em campo tempo suficiente para fazer uma avaliação precisa. Quem sabe em outra oportunidade, possamos ver mais do que ele tem a apresentar.

Imagem cedida pela página Arsenal FC Pictures
Em compensação, do lado positivo, tivemos a grande atuação – não surpreendente – de Bellerín.

O jovem lateral espanhol, realmente, dominou o espaço, garantiu sua posição de titular e vem mostrando grande evolução a cada jogo.  

Como se ainda não fosse suficiente, ontem “fez as vezes de Özil” e deu duas assistências.

O importante é que, mesmo com tantos desfalques, conseguimos avançar para a próxima rodada.

Agora, temos que aguardar o sorteio para conhecer o nosso próximo adversário e seguir rumo ao tri.

Para seguir rumo a outro título – o da Premier League -, o próximo confronto é quarta-feira, dia 13, às 18 horas, contra o Liverpool, no Anfield.

#COYG

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